segunda-feira, 5 de abril de 2010
Água morro abaixo
Sheila, um bicho!
Existe espalhado pelo spa todo um monte de chas, cafe e um suco diuretico para ser bebido a vontade. Resultado, faco xixi toda hora.
Ainda tem a merda da natureza... No primeiro dia, de madrugada fui acordada com a Dani gritando: SHEILA UM BICHO! Olhei para a cortina atras da cama dela e tinha um bicho verde do tamanho de um fusca grudado na cortina. Um inferno... Chamamos alguem do spa pra remover o bichinho! Estavamos histericas... Mas vou te dizer: se aquele bicho entrar novamente aqui, agora, nós vamos fritar ele no isqueiro e comer no espeto. Em alguma sociedade, ele deve ser iguaria...
Ontem tinha um gordo, metido, que obviamente, achou q fossemos ser as suas melhores amigas e quem sabe pegar uma das duas. Ele subornou o staff pra comprar uma absolut. Pensei em me juntar a ele, mas o gordinho é do tipo q ia querer em troca, no minimo, botar a mao no meu peito. De noite, ele tava bebado q nem uma cotia alcoolatra. Ficou nos perseguindo, falando palavrao e gritando! Brigamos, gentilmente, com ele, demos o fora e fugimos do bebado. Mas sincermente com a fome que eu tava se ele aparecesse com uma lasanha eu dava até a bunda pra ele. Gracas a Deus mantive minha dignidade. Faminta, mas digna!
Aqui só tem velha rica, botocada e repuxada. Eu e Dani nao socializamos com ninguem e ainda estamos escrotizando geral. Elas nos chamam pra dancar e dizemos nao! Ficamos rindo delas e superando todas nos exercicios. Ta bom, grandes merdas ganhar na corrida de velhinhas, mas pelo menos rimos muito.
Todo mundo só fala em comida aqui, no que vai comer depois de sair e como vai se controlar. Muito sacrificio, viu? Mas to me amarrando...
Enfim, é isso... Vou dormir para ver se eu esqueco essa fome de lascar.
Confissão
tenho que te confessar, não dá mais pra continuar assim, com o peito entupido por esse segredo: Eu matei um homem... Eu matei meu marido!
Você deve ter notado que ele sumiu, que quase não falo mais nele, q nas fotos ele não aparece mais e q evito marcar compromissos juntos! Claro que minha justificativa foi ótima: estávamos separando! Mas a verdade, nua e crua (toda vez q falo isso penso em um açougue onde cada peça de carne pendurada é uma “verdade”) é que eu o assassinei. Sim, morto, mortinho da Silva, da Souza, da Pereira, da Teixeira.
E eu me arrependo demais de tê-lo feito, amigo! Não queria, não planejei, não pensei. Só pensava e retira-lo da minha vida, da minha convivência, de não ter que falar com ele por nada, de ter tranqüilidade e ser livre daquele homem que tanto me amava.
E esse arrependimento só começou agora. Alguns momentos logo depois senti alívio, paz e até uma certa felicidade. Culpada, claro! Fiquei ótima por muito tempo. Sem remorso, sem saudade. Livre e sem ninguém para mim.
Mas de uns tempos para cá essa liberdade começou a incomodar. Veio devagar, com um choro ao dormir sozinha na cama, ainda do meu lado da cama, sem ele para preencher o travesseiro vizinho do meu. Nunca desde sua morte consegui dormir esparramada na cama toda. Ainda mantinha o seu lugar a espera do fantasma que nunca voltou para mim.
E aos poucos aquela dorzinha foi crescendo e já aparecia em muitos momentos. Não só à noite antes de dormir, mas também indo pro trabalho, no ônibus, no banheiro do escritório, no almoço coletivo, na manicure, nos sábados à tarde quando eu esperava-o cozinhando algo gostoso para a noite, vendo lutas na TV e aos domingos. Domingo é o pior dia para se sentir falta de um morto.
A dor foi ficando enorme, pois se uniu com a esperança de que ele ressuscitasse, como em filmes de zumbis. E no fundo eu sabia que ele não ia. Porque dói muito saber perceber que eu nunca mais vou tê-lo de volta, que sua presença mesmo calada, mesmo emburrada não me fará companhia.
Em alguns momentos ainda acho que isso parece sonho, que ainda estamos juntos, rindo, fazendo planos e com a certeza absolutamente intacta que nunca, nem nada, nem ninguém iria nos separar. Chegamos a prometer-nos isso: não importa o que aconteça a gente nunca vai se separar, Sheila! Ele dizia! Eu pactuei com isso. Mas um dia quebrei a promessa e o matei. Eu fiz algo inimaginável e ele nem lutou. Deixou-se morrer.
Sinto tanta raiva dele por não ter lutado mais pela própria sobrevivência. É um crápula que se deixou assassinar facilmente. Ou ele achava que manter a própria vida ia ser fácil? Francamente, na nossa idade a gente não pode mais acreditar que as lutas são simples, nem desistir delas assim, com tanta resignação. Porque ele se deixou morrer, amor? Porque me deixou mata-lo? E agora? Como vou tê-lo de volta se os mortos nunca voltam?
Uma realidade que ultimamente tem me passado pela cabeça é que ele pode realmente não voltar, né? Aí, eu que não sei como irei continuar respirando. Acho que um suicídio está prestes a acontecer.
Mas não se preocupe, que eu volto caso me mate!
Beijos ainda terrenos,
Noiva cadáver
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Botando o Momo para emagrecer!
Chegamos na hora do jantar: saladinha e sopa. Todo mundo com cara de não-sou-gordo-to-aqui-pra-descansar. hahaha! Eu sacaneando as gordas. Comemos e fomos dormir...
A faixa etaria aqui é em torno de 98 anos. Todas super dispostas, malhadas, lipadas e botocadas. Obviamente cheias de opiniao.
Hj acordamos as 6h00. Olhamos o relogio e voltamos a dormir. A enfermeira nos ligando, intimou-nos a estar na enfermaria até as 7h senao perderiamos o café. Café é meu cu, ne? Queria dormir! Mas quando foi 6h40 bateu aquela fominha. Nos montamos mais do q depressa e fomos pra lá.
Vcs nao sabem o que é ser medida, pesada e avaliada as 7h00 da manha.
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Porto de Galinhas - 04/08/2008
A primeira impressão foi a melhor possível. O clima é quente, as pessoas são amáveis, o sotaque é gostoso de se ouvir. O hotel é bem maneiro, mas ainda não deu para sacar todas as possibilidades pois fomos dormir as 3h da manhã e dormi como uma âncora.
Acordamos (meio com preguiça da minha parte e maior disposição do Pedro) as 9h. Resolvi tomar meu banho matinal. Sim, sou limpinha e tomo banho, no mínimo, de manhã e de noite. Fomos para o café da manha, já de biquíni e canga, etc. No café, resolvi que ia comer tapioca todos os dias de estada aqui. Tem um senhora, que prepara na hora, fresquinho, com coco e manteiga. DILIÇA!!!
Hoje fizemos um passei chamado “De ponta a ponta”. Aos pouco descobri que aqui eles adoram dar estes nomes brega-kirtsch para tudo. O passeio é feito de bugre e vai desde a Praia de Muro Alto até Maracaípe. Antes de sair, eu, uma vela de brancura, passei protetor no rosto e ombros, eu não tinha idéia de como isso foi pouco, muito pouco.
Pegamos a estrada (de bugre) e com tanto mergulho, sal, sol e vento o bloco formado por testa, nariz, ombros e braços se transformaram em algo da cor vermelha-alaranjada-toda-se-ardendo-só-de-respirar. Fomos para Maracaípe, praia de surfista, descolado, uhú, maluco! E lá na ponta: um manguezal com o encontro do rio com o mar.
domingo, 3 de agosto de 2008
Então, tô indo!
terça-feira, 29 de julho de 2008
Porto de Galinhas, aqui vai mais uma...

terça-feira, 8 de julho de 2008
Ir ou não ir? Eis a questão!

Opção 3 - Montanhas Russas, em Orlando
Desde que fui à Disney na Europa fiquei viciada na adrenalina que uma montanha russa com vários loopings, força G alta e alta para caracoles proporciona. É tanto medo, excitação e ânsia circulando nas veias que se quer mais, mais, mais, até explodir de tanta aflição. Sexo perde! Então pensei em passar uns 5 dias na Flórida, só indo à parques de diversão. Afinal, Estados Unidos não tem muito mais a oferecer mesmo!
Enfim, vou fazer a cotação com agências de turismo. Quando me decidir, aviso!
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Paraty
Localizado na costa verde do Estado do Rio de Janeiro, Paraty é um lugar privilegiado. Com montanhas, cachoeiras e uma cidade histórica de arquitetura colonial quase a mergulhar num mar verde esmeralda.Ao chegar em Paraty nos sentimos voltando no tempo. Além de suas belezas naturais, ainda bastante a salvo da invasão de turistas sem consciência ecológica, sua história é fascinante e relevante para o contexto histórico do Brasil. Tombada pelo patrimônio histórico nacional, foi fundada em 1667. Nessa época, seu mar servia de porto de saída para ouro e pedras preciosas que vinham de Minas Gerais. Era a famosa trilha do Caminho do Ouro que termina em suas ruas e até hoje pode ser percorrida, ainda resgatando seu charme e elegância.
Onde ficar? Onde comer? O que fazer?
As pousadas no centro histórico costumam ser mais caras, no entanto as que ficam na reta principal são bem mais em conta. A Pousada Eclipse e da Marquesa são duas boas opções. A primeira fica mais afastada e é mais econômica. Possui um café da manhã muito bom. A segunda é no centro histórico.
Paraty possui muitas fazendas de engenho e uma cachaça de ótima qualidade. Um programa imperdível é conhecer alguma destas fazendas e beber uma "provinha" de cada aguardente. A Fazenda Murycana é um ótimo lugar e ainda mantém vário objetos da época em que pertencia à D. Pedro II, servindo de residência (e lugar de encontro) para o príncipe regente e a Marquesa de Santos.
Faça um passeio de barco pelas ilhas da costa de Paraty. O passeio dura em torno de 4 horas e além de parar para as pessoas mergulhar em várias enseadas, ainda mostra muitas ilhas particulares, como a do Amir Klink e a de Sérgio Naya. Os barcos saem de manhã cedo (as 9h) no porto que fica no Centro Histórico.
Separe um dia e conheça Trindade. Vila de Pescadores que ficou famosa a partir dos anos 70 na comunidade hippie. Nos anos 80, se tornou lugar da moda. O acesso é pela Rodovia Rio-Santos, na altura do km 268, e está localizada a 30 km de Paraty, dentro da APA do Cairuçú.
O prato típico de Paraty é o camarão casadinho. São 2 camarões grandes (ou melhor, enormes), enrolados, fritos e recheados com farofa, servidos com arroz e fritas.
